Palavras do CEO

foto cassio

 

“Assunto mais abordado pelo noticiário brasileiro nos últimos quatro anos, a crise política e econômica afetou muitas empresas e, principalmente, muitas pessoas. No Rio de Janeiro, infelizmente, o impacto foi um pouco mais profundo. A dificuldade na economia ocorreu simultaneamente aos escândalos de corrupção, a uma queda drástica no preço do barril do petróleo no mercado internacional e, um pouco depois, ao fim dos investimentos em infraestrutura – fatores que afetaram bruscamente um estado que tinha um terço do PIB baseado na indústria de óleo e gás.

Mas o que uma instituição pode fazer para amenizar o golpe da crise? No caso do Grupo Sonepar, a resposta é simples: continuar sendo o Grupo Sonepar. Digo isso porque, há cerca de cinco anos, a Centelha passou a colocar em prática um modelo de negócio sustentável, no qual não somente o relacionamento comercial era importante, mas também a infraestrutura, os softwares, a controladoria, a produtividade, o controle dos custos. Graças a essa visão de longo prazo implementada pela Sonepar em todas as suas empresas, a Centelha, agora, tem se sobressaído no mercado, tornou-se cada vez mais produtiva e, consequentemente, vem ampliando o seu market share.

Além dessa política de gestão, adotamos outras medidas fundamentais para combater a crise: passamos a contar com uma estrutura em que nossas BUs orbitam as equipes de vendedores, engenheiros e técnicos; reestruturamos as nossas filiais; investimos pesado no portfólio voltado a automação industrial, com a transformação da venda de EPIs em uma BU e o início da oferta de soluções em Datacom; e incorporamos a Sandler e a Proex, que, como BUs da Centelha, podem multiplicar a sua atuação a todo o país por meio dos nossos canais de vendas”.

(Cássio Omura – CEO Centelha)